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FOA lança o Centro de pesquisa, inovação tecnológica e desenvolvimento regional 

Uma ideia de aluno, uma demanda de uma empresa ou uma pesquisa desenvolvida por um professor podem ter destinos muito diferentes quando encontram estrutura, conhecimento e parceiros capazes de fazê-las avançar. É justamente nesse encontro que a Fundação Oswaldo Aranha (FOA) pretende posicionar o Centro de Pesquisa e Inovação Tecnológica (CEPIT), apresentado oficialmente em uma nova fase no auditório William Monachesi, no campus Olezio Galotti. 

Ligado agora diretamente à Fundação, o CEPIT passa a ampliar sua atuação como ponto de conexão entre estudantes, professores, pesquisadores, empresas, indústrias, poder público e redes de inovação. A proposta é transformar desafios e ideias em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação com potencial de gerar soluções, novos negócios e impacto para a Região Sul Fluminense. 

O centro vinha sendo estruturado há mais de um ano e passa a ocupar uma posição diferente dentro do ecossistema formado por FOA, UniFOA, H.FOA e EtecFOA. 

Para o coordenador do CEPIT, Marcos Siliprandi, essa construção ganha agora uma dimensão mais concreta. 

“É muito gratificante, principalmente por ser um projeto que envolve a participação de alunos, professores, pesquisadores, além de todo o Ecossistema FOA e da Região Sul Fluminense”, afirmou. 

Uma das portas de entrada do centro será justamente aquela ideia que ainda não chegou ao formato de um projeto. Segundo Marcos, o trabalho da equipe será ajudar a estruturá-la, identificar possibilidades e aproximá-la dos recursos e parceiros necessários para o desenvolvimento. 

“Queremos ser um local onde as pessoas possam trazer suas ideias e nós ajudaremos a formatá-las, estruturando projetos e auxiliando também na criação de startups e no empreendedorismo”, explicou. 

A atuação prevista contempla áreas como Saúde e Bem-Estar, Sustentabilidade, Indústria e Negócios, Tecnologia e Inteligência Artificial, Educação e Sociedade. Alunos de graduação e pós-graduação poderão participar de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação com orientação acadêmica e possibilidade de bolsas. Já empresas poderão apresentar problemas e demandas que possam ser trabalhados em projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I). 

Para a reitora do Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), professora Ivanete Oliveira, a mudança de posicionamento acompanha a própria ampliação da Fundação nos últimos anos. 

“Hoje nós nos transformamos em um grande ecossistema de saúde e educação. O CEPIT antes estava dentro de uma das pró-reitorias e agora passa a estar ligado diretamente à Fundação. Com isso, ampliamos as possibilidades de conexão para nossos estudantes e para a formação deles”, explicou. 

Essa nova estrutura também deverá aproximar o centro de empresas, organizações e diferentes atores da região. 

“A responsabilidade agora é muito grande, porque passa pela conexão direta com os empresários, com a região e com todo o nosso território. A palavra é conexão”, destacou Ivanete. 

O presidente da FOA, Eduardo Prado, relacionou essa aproximação à possibilidade de transformar conhecimento produzido dentro da instituição em respostas para problemas encontrados fora dela. 

“Estamos lançando uma nova forma de fazer pesquisa, envolvendo professores, alunos, indústrias e empresas. Queremos fazer pesquisa aplicada, gerando emprego e renda a partir das ideias dos nossos estudantes, junto com professores e órgãos de fomento, para levar desenvolvimento à nossa cidade e à região”, afirmou. 

Para Marcos, essa circulação entre universidade e sociedade também ajuda a revelar um potencial que muitas vezes começa em conversas, observações ou problemas encontrados no cotidiano. 

“Nas minhas caminhadas pelo campus, converso com alunos, professores e colaboradores, e muitos têm ideias que podem se transformar em projetos. A FOA e o UniFOA são um celeiro de inovação, e queremos transformar isso em resultados, trazendo emprego e renda para a região e investindo em pesquisa e inovação”, disse. 

A expectativa é que o CEPIT funcione como uma ponte: de um lado, pessoas com conhecimento, perguntas, pesquisas e ideias; do outro, empresas, recursos, parceiros e problemas reais esperando solução. 

Quem quiser apresentar uma proposta ou conhecer o centro pode agendar uma visita pelo e-mail cpit@foa.org.br. O ponto de partida, muitas vezes, pode ser apenas uma boa pergunta. 

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